
Clinafy
Plataforma para saúde mental com prontuário, agenda, teleconsulta e gestão financeira.
Conhecer o case de ClinafyA EDevsHub desenvolve plataformas SaaS e também evolui produtos existentes. Para uma primeira versão, o trabalho começa pelo usuário, pelo problema que o produto resolve e pelo fluxo que precisa funcionar para que ele consiga usá-lo.
Autenticação, cobrança e separação entre empresas são decisões de escopo, não uma lista obrigatória para qualquer ideia. Primeiro definimos quem usa, qual tarefa completa e o que caracteriza uma entrega pronta. A validação de mercado continua sendo uma questão do negócio; publicar software não comprova demanda.
Estes são exemplos de entregas e critérios de aceite. A proposta define quais entram no seu projeto e como serão conferidos.
Implementar a tarefa que representa o valor central do produto, do primeiro passo à conclusão.
Exemplo de aceite: Um usuário de teste completa a tarefa com as entradas e as regras definidas, incluindo um cenário de erro previsto.
Definir os papéis de usuário e, se necessário, como cada organização acessa seus dados.
Exemplo de aceite: Cada perfil acessa apenas o que foi autorizado. Se houver organizações separadas, o isolamento é verificado nos cenários combinados.
Quando fizer parte da versão, conectar o produto ao provedor e representar os estados relevantes para o acesso.
Exemplo de aceite: Os eventos acordados, como confirmação e cancelamento em ambiente de teste, produzem os estados esperados no produto.
Definir os ambientes, acessos e materiais necessários para colocar a versão no ar e dar continuidade ao trabalho.
Exemplo de aceite: A versão é conferida no ambiente previsto, com os acessos e a documentação especificados na proposta.
Do portfólio

Plataforma para saúde mental com prontuário, agenda, teleconsulta e gestão financeira.
Conhecer o case de ClinafyEscolher o usuário inicial, a tarefa principal e o que fica explicitamente fora desta etapa.
Combinar telas, papéis, regras e integrações que sustentam esse fluxo, incluindo dependências do cliente.
Organizar entregas para conferir o comportamento com os critérios acordados e ajustar o que foi contratado.
Preparar o ambiente e a passagem de conhecimento conforme o escopo. Novas funcionalidades recebem outra definição de entrega.
Você precisa conseguir explicar o problema e quem pretende atender. A EDevsHub pode ajudar a estruturar o escopo técnico, mas a construção do produto não substitui a validação comercial nem garante vendas.
Não necessariamente. Precisamos entender quem contrata, quem usa e quais dados devem ser separados. A arquitetura acompanha essa necessidade e a etapa do produto, em vez de incluir complexidade por padrão.
Sim, se isso fizer sentido para a forma de uso da primeira versão. A cobrança pode entrar quando for necessária ao fluxo. O que fica fora precisa estar claro para não virar uma expectativa implícita.
Pode avaliar. O primeiro passo é conhecer o código, os acessos, a documentação e as dependências. Com isso, dá para definir o que pode ser aproveitado e quais alterações o próximo escopo exige.
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Para começar a conversa, vale reunir:
Para organizar uma rotina própria: cadastro, etapas, responsáveis, permissões e acompanhamento em um sistema.
Conhecer o serviçoPara tirar uma passagem manual do caminho: receber uma informação, aplicar uma regra e registrar no sistema certo.
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